O Crescimento Econômico

Para o crescimento econômico o Japão respondeu, encontrando novas maneiras
de cortar custos. A Nissan começou a abrir montadoras de automóveis nos
Estados Unidos, em parte para contrariar as propostas em Washington, D.C.,
para reduzir as cotas de japoneses. Parecia que o sucesso do Japão continuaria
apesar dessas mudanças. Mas então surgiram outros fatores que prejudicaram
a indústria automobilística no Japão. Em 1990, a economia do Japão complicou,
as ações caíram e o mercado imobiliário inflado se acalmou.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, as montadoras americanas adotaram uma
nova estratégia que pegou os japoneses despreparados: caminhões leves. Os
padrões de eficiência de combustível dos EUA não se aplicavam aos caminhões,
assim surgiu com um novo “caminhão” para evitar os regulamentos. Esses
“veículos utilitários esportivos” (SUVs)
Mas o Japão não estava nesse jogo, pois os “caminhões leves” não tinham
mercado no Japão). A crise financeira asiática de 1997 também prejudicou as
montadoras japonesas, pois o fator geográfico da região, visada para o
crescimento, o Sudeste Asiático estava agora em queda livre. Mercados para
itens caros como carros desapareceram. A crise regional provocou uma
estagnação económica geral em torno do mundo, corroendo ainda mais as
vendas de automóveis. As montadoras japonesas, então, estavam perdendo
vendas em todos os lugares: em casa, onde a economia estava estagnada; nos
Estados Unidos, onde uma nova geração de “carro” – o SUV – estava dominando
o mercado; e na Ásia, onde as vendas de carros estavam despencando. https://www.bariguiseminovos.com.br/curitiba/nissan

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